11 de agosto de 2017 Alana Laymark 0Comentários

Fala-se que o estilo minimalista surgiu no período pós-Segunda Guerra Mundial, momento em que muitas pessoas perderam grande parte dos seus pertences e tiveram de aprender a viver com menos. O estilo minimalista reflete exatamente isso: ambientes cuidadosamente decorados para conter apenas o essencial, aliando estética e funcionalidade, onde essa última é essencial. Há quem diga que o minimalismo é, acima de tudo, um lifestyle e, por isso mesmo, pode ser aplicado a qualquer estilo de decoração.

Os apreciadores da decoração minimalista veem na sua casa um ambiente de tranquilo, onde possuem um refúgio do caos presente do lado de fora.

Principais características

Organização: tudo tem de ter o seu lugar e quando não estiver a ser utilizado, deve estar guardado, de preferência longe da vista.

Cores: Menos é mais. O “lema” do minimalismo também se aplica à paleta de cores. Branco, preto, cinzento e alguns tons neutros (castanho, azul, verde…), não saindo muito disto. Quanto mais claro melhor, porque permite jogos de luz que engrandecem o espaço.

Mobília: a mobília pensada para um ambiente minimalista deve ser extremamente clean. Se tiver espaço suficiente para ser admirado, o mobiliário, para além de ser funcional, torna-se igualmente decorativo.

Iluminação: o estilo minimalista dispensa muitos candeeiros, quer sejam de mesa, de teto ou de parede, uma vez que todos estes ocupam espaço e reclamam atenções. A escolha acertada passa por focos embutidos, cuja intensidade possa ser facilmente regulada.

Padrões e textura: dispensa texturas e padrões desnecessários, preferindo antes manter todo o ambiente o mais “despido” possível. Tirando os sofás, tapetes e têxteis reservados ao quarto e banheiro – preferencialmente lisos e suaves – este tipo de decoração não vê a utilidade de muitas texturas e padrões que servem apenas para “encher” o espaço.

Materiais: os materiais privilegiados na decoração minimalista são a madeira, vidro, inox, cromado, espelho, pele, mármore e granito. No chão, o destaque vai para a madeira, linóleo, betão, pedra ou ladrilho natural.

Paredes: são apreciadas tal e qual são, exceto por um ou dois quadros ou molduras realmente impressionantes, mas não tanto que ofuscam a beleza do espaço como um todo.

Algumas dicas na hora da decoração

-Algumas dicas para potenciar o mobiliário enquanto elemento de design minimalista é a escolha de formas geométricas muito imponentes e até algumas assimetrias.

– Linhas estreitas e simples dominam o ambiente minimalista, quer em termos de traços arquitetônicos, quer em termos de decoração.

– Portas, armários e gavetas geralmente são “despidas” de puxadores, optando-se antes pelo sistema de click-clack ou então por portas de correr. Evitam-se as prateleiras abertas, mas se existirem são poucos os objetos que se dispõem sobre as mesmas.

– Em termos de elementos decorativos, o estilo minimalista é fã de superfícies lisas e “despejadas” de objetos desnecessários.

– Uma bonita planta numa esquina da sala, uma jarra com ramos de árvore ou uma orquídea em flor sobre uma mesa são sempre boas escolhas, até porque emprestam uma lufada de ar fresco e um pouco de vida, mesmo aos ambientes mais minimalistas.

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*Os ambientes aqui representados não são de autoria da Adesso Mobili.

Fonte: https://goo.gl/CeCxjU

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